Pink Fairy Tales...

Meu próprio mundo, em versos... Ora rimados, ora em desespero... Ora em poesia sincera, ora em verdade inventada... Ora a fusão das duas coisas, e muitas resuminadas a nada... Às vezes meio triste, com um quê de sombra e dor... Outras vezes, em palavras inspiradas na alegria, na beleza e no amor...

Thursday, November 03, 2005

Vinícius de Moraes

"Uma mulher é como a lua: tão linda que só espalha sofrimento, tão cheia de pudor que vive nua..." (Vinícius de Moraes)

3 Comments:

  • At 10:46 AM , Blogger Ale (mestressan) said...

    a Fonte de Vinicius (Ale - 04/11/2005)

    Vinicius é mesmo inteligente
    tocando a essência feminina
    tão lindos poemas recitou
    falou tantas coisas do amor
    sem nem conhecer minha flor-menina

    Pessoa falava certa vez
    que era o poeta um fingidor
    Então "seu Vinicius" eu já sei
    que belos poemas o senhor fez
    fingindo conhecer o meu amor

    (Eu amo você, minha linda menina)

     
  • At 12:45 PM , Blogger Isis Brandão said...

    Ale Henrique!!!
    Q lindas palavras me deixou!
    Se soubesse q assim seria
    Muito mais teria escrito...
    Que duplique!!!
    O teu amor me inspirou,
    Pq teus versos têm poesia,
    Pq teu coração é tão bonito!!!

    Lindo comentário... Me surpreendeu de novo! B-jus!!!

     
  • At 1:12 AM , Anonymous Anonymous said...

    Cuerpo de mujer...
    Pablo Neruda
    Cuerpo de mujer, blancas colinas, muslos blancos,
    te pareces al mundo en tu actitud de entrega.
    Mi cuerpo de labriego salvaje te socava
    y hace saltar el hijo del fondo de la tierra.

    Fui solo como un túnel. De mí huían los pájaros
    y en mí la noche entraba su invasión poderosa.
    Para sobrevivirme te forjé como un arma,
    como una flecha en mi arco, como una piedra en mi honda.

    Pero cae la hora de la venganza, y te amo.
    Cuerpo de piel, de musgo, de leche ávida y firme.
    ¡Ah los vasos del pecho! ¡Ah los ojos de ausencia!
    ¡Ah las rosas del pubis! ¡Ah tu voz lenta y triste!

    Cuerpo de mujer mía, persistiré en tu gracia.
    Mi sed, mi ansia si límite, mi camino indeciso!
    Oscuros cauces donde la sed eterna sigue,
    y la fatiga sigue, y el dolor infinito.

     

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